Terapia de Regressão

A terapia da regressão baseia-se num princípio - aceite sem grande controversa na psicologia, de que a maioria dos problemas psicológicos e psicossomáticos tem as suas causas no passado.
Descobrir, reviver e compreender essas causas pode produzir uma completa libertação dos sintomas ou pelo menos, melhoras significativas e duradouras.
Muitos problemas do passado são causados por experiências traumáticas que podem ter sido esquecidas pela pessoa, mas que ficam no seu inconsciente.
Portanto, uma experiência esquecida não fica apagada e se tiver uma carga emocional grande como têm as situações traumáticas, então, essas lembranças continuarão a tentar emergir à consciência sob a forma de sintomas psíquicos ou psicossomáticos.
Assim, as experiências passadas que não foram compreendidas e assimiladas, ficam reprimidas no inconsciente e podem ser reactivadas, a qualquer momento, por experiências semelhantes que as reavivam, provocando o surgimento de sintomas psicológicos ou psicossomáticos.
Por vezes, a pessoa é capaz de identificar facilmente o momento do passado que está na origem dos sintomas do presente, contudo, a compreensão meramente intelectual não é suficiente para a resolução do problema, é necessário uma compreensão mais profunda e emocional que conduza à completa libertação das emoções relacionadas com essa recordação.
Os estados modificados de consciência, como a Hipnose, facilitam a recordação, permitindo aceder muito mais facilmente aos conteúdos do nosso inconsciente onde se guardam todas as nossas experiências, quer sejam de um passado recente ou remoto.
Muitas pessoas quando lhes é sugerido sob hipnose para recordarem e reviverem as experiências que está na base dos seus problemas, relatam acontecimentos noutro tempo e noutro lugar que não aquele que vivem actualmente. Estas experiências são classificadas por algumas pessoas como "memórias de vidas passadas" e por outros como "imagens simbólicas" da mente, metáforas do inconsciente que as ajudam a compreender e ultrapassar muitos aspectos problemáticos da sua vida actual.
Contudo, as crenças prévias de cada pessoa não são de modo algum importantes para se submeterem ou não a uma terapia de regressão. Qualquer terapia psicológica, independentemente das metodologias utilizadas, deve ser realizada no respeito por cada paciente, pelo seu ser único, com total neutralidade e ausência de juízos de valor face ao paciente. É apenas necessário que a pessoa esteja disposta a deixar o processo decorrer sabendo que, independentemente de considerar essas experiências como reais ou simbólicas, elas permitem um enorme ganho de auto-conhecimento e a libertação das emoções inconscientes que estão na base dos sintomas psicológicos ou psicossomáticos do presente.

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Sabe quem é o seu pior inimigo?

O seu pior inimigo é o seu Diálogo Interno.
Sim Diálogo Interno, aquela vozinha que nunca se cala.
“Sou gordo, sou magro, sou feio, sou tímido, sou isto, sou aquilo, sou um desgraçado, não vou conseguir, isto vai falhar, sou um zero à esquerda, nunca consigo nada, nem sei para que me incomodo, etc... etc.... etc....”
Já está a ver do que eu estou a falar?
Claro que sim. Acontece-nos a todos.
Esta é talvez uma das atitudes mais destrutivas que podemos ter no que diz respeito à nossa vida pessoal ou profissional.
Mas porque é que isto é assim tão destrutivo?
Estará porventura a pensar.



Vou-me socorrer do modo como o cérebro funciona para tentar explicar este processo.
O nosso cérebro está dividido, de uma forma muito simplista, em duas grandes áreas:
  1. Uma área a que habitualmente chamamos de mente consciente e que ocupa cerca de 10% do cérebro, e
  2. Uma área a que habitualmente chamamos de mente inconsciente (ou subconsciente, conforme a preferência e ramo de actividade) e que ocupa cerca de 90% do nosso cérebro.
A nossa mente inconsciente está sempre atenta a tudo o que se passa na nossa vida e regista todos os pormenores à nossa volta, mesmo aqueles a que conscientemente não damos atenção.
Guarde isto na sua mente e vou pegar agora noutro ponto para ilustrar esta questão - um pequeno exercício que poderá fazer caso tenha carta de condução (se não têm, é melhor pensar numa forma similar de fazer isto sem infringir a lei).
Para ver até que ponto é que isto lhe é prejudicial, da próxima vez que for para casa a conduzir, ao parar num sinal vermelho, faça o seguinte exercício:
  1. Feche os olhos;
  2. Diga para si, em voz bastante alta e com muita força!
    (Convém que esteja sozinho no carro, senão...):
  3. “Vou deixar o carro ir abaixo!”
    “Vou deixar o carro ir abaixo!”
    “Vou deixar o carro ir abaixo!”
    “Vou deixar o carro ir abaixo!”
    “Vou deixar o carro ir abaixo!”
    “Vou deixar o carro ir abaixo!”
  4. Pelo menos uma sete vezes de seguida e bem alto.
  5. A seguir, tente arrancar quando o sinal abrir e analise o que é que acontece.
É que o nosso inconsciente, que nunca dorme e está sempre atento, ouve a primeira vez e pergunta-lhe:
        - Olha lá, queres mesmo deixar o carro ir abaixo?
Ele de facto acha estranho e ainda nos volta a perguntar:
        - Mas de certeza que queres mesmo, mesmo, deixar o carro ir abaixo?
Dada a nossa insistência, quem é ele para ignorar uma ordem dada com tanta certeza e clareza?
O que aqui acontece é que nós até sorrimos, até dizemos para connosco: - “Hmmm... o Frank F. Félix devia estar a brincar.”
E sorridentes, preparamo-nos para arrancar.
O curioso é que normalmente existe sempre um espasmo muscular, uma tremura, ou algo que, de facto, nos faz com que o carro vá abaixo.
Uma das maiores necessidades que o nosso cérebro tem é a necessidade de congruência.
Congruência entre aquilo que dizemos e aquilo que fazemos, aquilo que achamos que somos e a forma como parecemos aos outros do lado fora, etc....
Agora se isto acontece com um exemplo tão simples como este, imagine o que é que isto não faz no resto da sua vida.
A verdade é que aquilo em que nos focamos é aquilo que obtemos, realizamos e atingimos.
E passar a vida com esta vozinha cá dentro, sempre tão negativa, é de facto extremamente prejudicial para si.
Se planeamos falhar, com certeza que vamos falhar.
Quanto mais não seja, porque o nosso inconsciente vai acabar por nos ajudar a que isso aconteça.
Agora, vou-lhe contar um segredo?, Sabe qual é a melhor coisa que o passado tem?
É que já passou.
Não adianta viver a sua vida condicionada por experiências falhadas. Seria como conduzir o nosso carro sempre a olhar para o retrovisor.
Mais cedo ou mais tarde, vai dar asneira e vamos bater.
Agora pense comigo! Tem a capacidade para controlar todas as coisas que lhe acontecem?
Claro que não!
Temos, sim, é a capacidade de reagir positivamente ou negativamente ao que nos acontece.
E quanto mais flexíveis formos na abordagem aos desafios que a vida nos coloca, maior será o sucesso que teremos pela frente.
Agora, o que é que podemos fazer a esta vozinha que não nos larga?
Muito simplesmente, dar um berro! E gritar PÁRA!!!!!!    (sentido literal da palavra).
Se estiver só, porque não fazê-lo em voz alta?
Faz bem dar uns berros de vez em quando. (Se estiver com companhia, faça-o mentalmente).
E, de seguida, tente retomar a linha de pensamento noutro sentido mais positivo.
Por exemplo, se estiver sempre a ouvir:
        - "Vou falhar, vou falhar, vou falhar, vai correr mal, vai correr mal, etc....". Grite: Pára!!!!
E diga para si com muita força:
        - "Eu vou conseguir, vai correr bem, vou lá chegar, etc...."
Faça desta pequena rotina um hábito. Nos próximos 21 dias, pratique-a continuamente.
Vai ver que, assim que a interiorizar, vai ter muito mais flexibilidade na abordagem aos desafios que lhe aparecem e as coisas vão começar a correr-lhe muito melhor face à sua nova atitude.
Força! Vai ver que não custa nada!
Adaptação do artigo de José Almeida, in "Ideias e Desafios"

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Código de Ética da AHCP - Associação de Hipnose Clínica de Portugal

AHCP



1. Este código aplica-se a todos os Membros da Associação que exerçam Hipnose Clínica.
a) Os membros deverão, em todas as circunstâncias, conduzir a sua actividade terapêutica com correcção e dignidade. Não deverão, em quaisquer circunstâncias, infringir o presente Código de Ética, pelo qual se orienta a sua actividade e não deverão cometer nenhuma falha que venha a ter reflexos adversos para si próprios, para a Associação, para o London College of Clinical Hypnosis ou para os seus colegas;
b) Os membros não deverão nunca entrar numa relação de natureza sexual com um paciente sob os seus cuidados; não deverão explorar os mesmos financeira ou emocionalmente, antes, durante ou após uma terapia, num tempo presente ou futuro;
c) Os membros procederão de maneira a promover a autonomia e o bem-estar dos seus pacientes e manterão o respeito e dignidade para com os mesmos;
d) Os membros não deverão, em nenhuma circunstância, oferecer ou prometer cura para quaisquer estados clínicos;
e) Os membros não farão qualquer demonstração ou actuação que envolva a hipnose enquanto meio de distracção ou entretenimento (hipnose de palco), ou envolver-se em actividades que possam denegrir a actividade;
f) Os membros actuarão em conformidade com o Processo de Apresentação de Queixas, explicitado no Capítulo III, art. 10.º destes Estatutos, no que respeita ao comportamento de um colega que possa ser prejudicial à actividade e/ou aos outros membros;
g) Os membros não reivindicarão ter formação ou credenciais que não possuam e não usarão títulos para os quais não estejam habilitados;
h) Os membros deverão exibir as suas qualificações quando tal for solicitado, devendo as mesmas estar disponíveis para inspecção sempre que necessário;
i) Os membros informarão o paciente, no início da terapia, sobre os seus termos, condições e métodos terapêuticos, estes últimos quando apropriado. Os preços e a duração das sessões de terapia serão divulgados a partir do primeiro contacto, mesmo sem o paciente o inquirir;
j) Os membros comprometer-se-ão a manter a confidencialidade sobre os assuntos dos seus pacientes. A confidencialidade só deverá ser quebrada, sem o consentimento do paciente, em condições muito especiais e de uma forma minimizada, libertando só a informação pertinente à acção necessária. Os membros têm uma responsabilidade perante os seus pacientes e perante a comunidade em geral e deverão trabalhar dentro da lei;
k) Os membros deverão explicar com clareza os aspectos da confidencialidade ao seu paciente, no início da sessão;
l) Os membros deverão falar sobre os dilemas éticos com o seu supervisor clínico e/ou com outros terapeutas qualificados;
m) Os membros deverão obter o consentimento dos seus pacientes, caso pretendam gravar a sessão, bem como informar acerca do grau de acessibilidade a que esses registos estão sujeitos;
n) Os membros aceitarão que os pacientes que lhes sejam recomendados por médicos se mantêm sob a responsabilidade clínica desses mesmos médicos, mantendo os a par do progresso dos pacientes através de relatórios escritos;
o) Os membros não deverão, quaisquer que sejam as circunstâncias, aconselhar os pacientes a alterar qualquer tratamento prescrito pelo seu médico;
p) Os membros deverão respeitar a integridade dos outros profissionais de saúde;
q) Os membros deverão ter em consideração o melhor interesse do paciente quando contactam o seu médico assistente, quaisquer serviços psiquiátricos ou outros profissionais envolvidos, fazendo-o sempre com o conhecimento do paciente. Os membros deverão estar conscientes das suas limitações e a decisão de tratar, recusar ou recomendar outro terapeuta deve ser sempre tomada de forma consciente e ponderada, considerando sempre o melhor interesse do paciente;
r) Os membros deverão reconhecer os seus próprios limites de competência, procurando ampliar o seu desenvolvimento pessoal com apoio de supervisão clínica, supervisão dos seus pares, desenvolvimento profissional contínuo e feedback dos pacientes;
s) Os membros deverão obter o consentimento escrito dos seus pacientes para utilizarem informações que lhes digam respeito para casos de estudo, pesquisa, publicações ou outros propósitos. A identidade destes deverá ser ocultada, de forma a não ser reconhecida por outros;
t) Os membros não se associarão a organizações que tenham sido consideradas publicamente perigosas ou fraudulentas, ou que de alguma forma causem dano à actividade da hipnoterapia;
u) Os membros que sejam condenados judicialmente por ofensa civil ou criminal deverão dar conhecimento de tal facto, por escrito, à Associação, ficando o seu estatuto de membro pendente da decisão da Direcção;
v) Os membros que quebrem o Código de Ética poderão ser alvo de Procedimento Disciplinar e/ou de Destituição. Os processos de Apresentação de Queixa, os Procedimentos Disciplinares e de Destituição serão divulgados pela Associação;
w) Os membros deverão divulgar a sua actividade de uma forma digna e profissional. A Direcção pode nomear um Conselho Disciplinar, ao seu arbítrio, para rever qualquer propaganda julgada inapropriada;
x) A Direcção nomeará um Conselho Disciplinar com poderes para interpretar e obrigar todos os membros a actuar em conformidade com o Código de Ética;
y) Os membros deverão assinar o Código de Ética aquando da sua inscrição.

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O Uso da Hipnose no estudo do "Déjà Vu".

Reprodução de um artigo publicado no site CiênciaHoje, www.cienciahoje.pt
"DÉJÀ VU":
Uma sensação inquietante.
O sentimento de já ter estado em algum sítio é persistente.

Muitos de nós já sentimos um "Déjà Vu" - uma sensação inquietante de saber que uma dada situação não pode ter já acontecido, combinada com o sentimento de que de facto já aconteceu. É normalmente um acontecimento tão breve que os psicólogos julgaram, até há bem pouco tempo, ser impossível de estudar. Mas, para algumas pessoas, o sentimento de já ter estado em algum sítio é uma sensação persistente, fazendo de cada dia um dia de “O Feitiço do Tempo”. Psicólogos do Leeds Memory Group estão a trabalhar com pessoas que sofrem de "Déjà Vu" crónico, no primeiro estudo do mundo sobre este acontecimento.
Chris Moulin encontrou 'pacientes' de 'Déjà Vu" pela primeira vez numa clínica de problemas de memória. “Nós tínhamos uma referência muito peculiar de um homem que disse que não valia a pena visitar a clínica porque ele já lá tinha ido, embora isto fosse impossível.” O paciente, não só acreditava genuinamente que já tinha conhecido Moulin, como deu detalhes específicos dos dias e sítios desses encontros.
O "Déjà Vu" evoluiu de tal maneira que ele deixou de ver televisão – até os noticiários – porque lhe pareciam ser repetições, e até acreditava ouvir o mesmo pássaro a chilrear os mesmos sons, na mesma árvore, todas as vezes que saía à rua. Os pacientes de "Déjà Vu" crónico não são simplesmente afectados com uma sensação de familiaridade com novas experiências, como também fornecem justificações complexas e plausíveis para defendê-lo.
Pela primeira vez, pessoas que sofrem de "Déjà Vu" crónico podem ajudar a garantir uma investigação válida do problema.
"Até agora nós completámos a parte da história natural deste problema – encontrámos maneiras de o testar e as questões clínicas próprias a serem perguntadas. O próximo passo é, obviamente, encontrar maneiras de reduzir o problema,” disse ele.
O estudante de doutoramento Akira O’Connor, subsidiado pelo Economical and Social Research Council, está a trabalhar com Moulin no sentido de encontrar maneiras de criar o fenómeno em laboratório. Akira começou a induzir o "Déjà Vu" em estudantes de Leeds através da HIPNOSE, pedindo aos estudantes para se recordarem de palavras, hipnotizando-os para as esquecerem e depois mostrando-lhes as mesmas palavras no-vamente para provocar a sensação de que já as tinham visto.

Aos estudantes era então pedido que fizessem relatórios subjectivos – como é que o "Déjà Vu" realmente se sente – em adenda à informação sobre o que eles conseguiam e não conseguiam lembrar.
Este novo programa de investigação, o Cognitive Feelings Framework (CFF), é único na universidade e está a ser dirigido por Moulin e o seu colega profissional da ESRC, Martin Conway. “Ao considerar um experiência subjectiva – sentimentos – através de uma perspectiva de uma ciência cognitiva esperamos conseguir entender melhor as sensações de "Déjà Vu" comuns, e também ajudar a compreender deficiências cognitivas, por exemplo, em outros adultos,” disse Moulin.
“Há pessoas que podem sofrer de "Déjà Vu" crónico mas não estarem dispostas a partilhar isso com os seus médicos – qualquer dica sobre uma ‘doença mental’ é, principalmente para pessoas mais idosas, um assunto tabu. Mas, assim que descobrimos este primeiro paciente descobrimos também que se forem perguntadas as questões certas, outras pessoas que já viveram a mesma coisa podem ser descobertas.”
0 "Déjà Vu" crónico pode ser stressante ao ponto de causar uma depressão, e a alguns pacientes foram dados anti-depressivos".
Mas o grupo de Moulin acredita não ser uma ilusão, mas sim uma disfunção da memória: O desafio é pensar sobre o que isto significa. Podemos usar isso para examinar as relações entre memória e consciência.
"O mais estimulante acerca destas pessoas é que elas conseguem ‘lembrar-se’ de detalhes específicos sobre um evento ou um encontro que nunca realmente aconteceu. Isso sugere que as sensações relacionadas com a lembrança estejam separadas dos conteúdos da memória; que existem dois sistemas diferentes em funcionamento no cérebro.” Moulin acredita que um circuito no nosso lobo temporal é activado quando recordamos o passado, criando a sensação de lembrança, mas também uma sensação de recordação – a sensação de nós próprios no passado. Numa pessoa que sofra de "Déjà Vu" crónico este circuito ou se encontra super-activo ou constantemente ligado, criando memórias onde elas não existem. Quando eventos novos são processados eles são acompanhados de um
sentimento forte de lembrança. Uma nova colaboração lançada este mês com o neuro-imaging lab da University of york fornecerá provas objectivas aos relatórios subjectivos fornecidos pelo CFF. “Ao examinar a experiência subjectiva de alguém é importante ter uma ideia se os seus dados subjectivos são comparáveis aos de outras pessoas,” disse Moulin. As instalações do neuro-imaging lab permitir-nos-ão ver se algumas partes do cérebro estão activadas em pessoas diferentes quando elas relatarem estados subjectivos. No fim, poderemos talvez até ser capazes de identificar zonas neurais importantes em estados conscientes como o de ‘lembrar’.”
Moulin está desejoso para criar uma rede de pacientes em Leeds e à volta do mundo que sofra de "Déjà Vu" crónico. “Nós estamos a encontrar pessoas por todo o mundo com problemas destes. Os pacientes de "Déjà Vu" crónico precisam de saber que não estão sozinhos, e nós precisamos que eles nos ajudem a aprender mais acerca de quem sofre disto, qual é a causa, e porquê.”

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